Paula Nobre de Deus

Terapeuta Familiar e de Casal

Preços

Sócia efetiva da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar

Consultas de Terapia de Casal e Familiar.

As sessões podem ter uma periodicidade semanal, quinzenal ou mensal, definida em conjunto com o casal, a família ou com a pessoa que procura ajuda. A participação de outros membros da família também é definida em conjunto.    

Os casais, namorados ou cônjuges, e as famílias atravessam momentos de crise e nem sempre encontram soluções para ultrapassar as dificuldades. 

“O essencial é invisível aos olhos”, Antoine de Saint-Exupéry

Terapia de casal na relação de namoro e conjugal

A consulta é direcionada às dificuldades do casal. Todavia, é possível intervir apenas com a pessoa que deseja ajuda e posteriormente envolver, ou não, o outro membro do casal. Quando é que sei se preciso de ajuda?

– Quero melhorar a comunicação com o/a meu parceiro/a, sinto que não me ouve.

– Ainda não conseguimos ser pais e sinto que a nossa relação vai terminar. 

– A nossa relação mudou, gostava de voltar a sentir-me em casal.

– Sinto que sou o GPS da família, tenho de conciliar tudo sozinha/o e não aguento mais.

– Não sei se ainda gosta de mim, anda mais distante desde há muito tempo.

– Sinto-me sufocada/o nesta relação, sem espaço para mim.

– A relação com o/a meu/minha companheiro/a causa-me muito stress, às vezes sinto que é violenta.

– Não sei se quero continuar a minha relação atual.

– Estou a separar-me e gostava de proteger os meus filhos do conflito que existe entre mim e o/a pai/mãe.

Terapia Familiar

A consulta de terapia familiar é direcionada para as dificuldades da família, mas também é possível trabalhar com o(s) membro(s) da família que sente(m) necessidade de ajuda para compreender as dinâmicas familiares e contribuir para o seu bem-estar.

Da minha experiência, destaco a terapia na relação pais-filhos

– A relação com os meus filhos está a ser cada vez mais difícil.

– Eu e o/a meu/minha parceiro/a temos ideias muito diferentes sobre como educar os filhos.

– Sinto que o/a meu/minha filho/a está diferente, já não somos uma família.

– A relação com o/a nosso/a filho está a tornar-se violenta. 

– Desde a separação, não me sinto confortável na relação com o pai/ a mãe dos meus filhos.

E a terapia em situações de adoção

– O meu filho/a adotivo/a tem muitas dúvidas sobre as suas origens, não sei como ajudá-lo/a.

– Gostava de conhecer os meus pais biológicos, mas tenho medo da reação da minha família.

– Não me sinto parte desta família.

Terapia com filho/as adultos/as

– Quero ajuda porque sou cuidador/a dos meus pais e sinto uma grande ambiguidade de sentimentos, só me apetece desaparecer. 

– Os meus mais envelheceram, precisam do meu apoio e eu sinto um sentimento de culpa por não os conseguir ajudar.

Experiência

Professora universitária (atual).

Centro de Apoio Familiar e Aconselhamento Parental, Associação de Amigos da Criança e da Família Chão dos Meninos.

Publiquei o livro as “Mulheres não morrem de amor” que dá visibilidade a questões que podem surgir nos percursos das pessoas, tanto nas relações de namoro como na vida das famílias.  Publicado pela Chiado Editora, disponível nas livrarias online FNAC e Bertrand.

Formação

Doutorada em Serviço Social, com investigação sobre o adiamento da parentalidade, pela Universidade Católica Portuguesa.

Curso de Terapia Familiar Sistémica, Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar. 

Curso para Psicoterapeutas, Sociedade Portuguesa de Psicoterapias Breves. 


Valores Terapia de Casal e Terapia Familiar

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