A alienação parental pode ter consequências profundas e duradouras para o bem-estar das crianças e jovens envolvidos, afetando não apenas sua saúde emocional e psicológica.
Se lhe falar em prendas, luzes, decoração, música, chocolate quente, união, alegria…automaticamente lembra-se da época de Natal? Sim? E se lhe falar em tristeza, ansiedade, depressão, isolamento e solidão?
Ainda que tenhamos uma profissão exigente ou uma função de grande responsabilidade, quando entramos e saímos do local de trabalho com um sorriso no rosto, tudo fica mais leve.
Não há uma fórmula mágica que nos leve para o outro lado da ponte sem passarmos por ela, isto é, é preciso viver a perda. Precisamos sentir o que perdemos. Precisamos chorar o que não vamos voltar a ter. Precisamos que doa. Precisamos entender onde dói.
Se nos recusarmos ou constantemente adiarmos essa tomada de consciência, não só não poderemos libertar-nos daquilo que nos sufoca como nos sentiremos cada vez mais presos.